terça-feira, 1 de julho de 2014

Diabetes x Exercícios - Descubra os Benefícios

Oi, gente !
Senti muita falta de vocês, mas com o marido de pé quebrado, trabalho, treino, casa e filhos (cachorro e gato) , não tive muito tempo e além do mais estava me preparando para ter assuntos interessantes para dividir com vocês.
Sexta-feira fui à minha endocrinologista levar  o último resultado do exame de sangue. Saí de lá super feliz e com uma estrelinha de ouro. Os resultados foram excelentes, já não faço mais o uso da Metformina( remédio controlador de índice glicêmico). Gente, o impressionante é que alcancei esses resultados em menos de 2 meses. Tudo é possível com treinos, bons hábitos e acima de tudo acreditar e querer. 
Entendendo um pouco mais sobre a Diabetes:
  Quando uma pessoa é diagnosticada com Diabetes Tipo 1   o organismo produz anticorpos que, em vez de proteger o corpo, atacam as células do pâncreas responsáveis pela produção da insulina, hormônio que coloca a glicose (açúcar) dentro das células para que sirva como fonte de energia. Embora não exista cura, há formas de controle.
O problema é que paralelamente ao aumento da obesidade, as crianças começaram a ser  diagnosticadas com uma espécie de diabetes que só aparecia em adultos: o tipo 2 ( essa que eu tenho), em que o excesso de peso e de gordura no corpo cria uma resistência à insulina e prejudica sua ação no organismo. Há 20 anos, esse tipo de doença em crianças era raríssimo. Hoje, dados da American Diabetes Association mostram que a cada 100 casos de diabetes em crianças e adolescentes norte-americanos, 30 já são do tipo 2.
A professora Angela Maria Spinola, chefe do setor de endocrinologia pediátrica da Unifesp, explica que, no Brasil, ainda há poucos casos que evoluem para esse distúrbio, mas os quadros de resistência à insulina são frequentes. Ou seja: o hormônio não dá conta de cumprir sua função de promover o aproveitamento da glicose – e isso acontece, principalmente, devido ao exagero na ingestão de doces e carboidratos. Consequentemente, o pâncreas passa a trabalhar redobrado para produzir insulina em maior quantidade. Como tempo, ele não dá conta da sobrecarga e as taxas de açúcar começam a subir, a caminho do diabetes.
Antes que isso aconteça, a saída é adotar, novamente, hábitos saudáveis, como atividade física regular e uma dieta inteligente. Isso significa, claro, diminuir as guloseimas açucaradas e gordurosas e procurar, sempre que possível, substituir os carboidratos simples, como o pão branco, pelos integrais, que são absorvidos mais lentamente pelo organismo, promovendo saciedade e mantendo as taxas de insulina mais estáveis.
Exercício físico, sim!

Há quem diga que o maior culpado do aumento da obesidade é o sedentarismo. O Brasil é hoje o país com maior índice de
inatividade física da América Latina (que vergonha). “A cada cinco crianças, quatro já são sedentárias. O nosso corpo foi feito para funcionar bem com movimento e isso vem da evolução das espécies, na qual sobrevivia aquele que se movimentava e corria mais para não se tornar presa.  
Os benefícios da atividade física são incontáveis: ela melhora a capacidade cardiorrespiratória, derruba a taxa de LDL ao mesmo tempo em que aumenta a de HDL, eleva a sensibilidade à insulina e, claro, queima calorias, afastando a ameaça da obesidade.
Recomenda-se a prática de atividades físicas ao menos 5 vezes na semana, por meia hora.
Ao encontrar uma atividade que lhe dê prazer, além dos benefícios físicos é possível conhecer pessoas especiais e fazer grandes amigos.
Estas fotos foram do meu primeiro treino com o Professor Ralph Leandro de Itatiaia e seu grupo:  Itatiaia Mountain Runners. Este grupo é sem fins lucrativos, os treinos são abertos a comunidade. Me senti acolhida e também acolhi essa ideia.
Muito frio! Treino Penedo

Lauro, Márcio , Eu, prof. Ralph, Roosevelt e Maurício que bateu a foto.

Obrigada pelo incentivo e pela força

Ficaram curiosos?  No próximo post falarei sobre o grupo de correrdores de montanha de Itatiaia. bjus 
Fonte das informações : A Saúde de Nossos Filhos (Ed.Manole, 2012), Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (2007), Vigitel Brasil 2012 – Estudo do Ministério da Saúde

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